O Blog da Unidade Brooklin
Neste fim de semana criamos o blog da unidade Brooklin. Nele estreitaremos o contato com o nosso aluno e permitiremos que a linguagem eo conteúdo sejam mais próximos e informais. Para aquele que ainda não é aluno o site casadoyoga acaba sendo a melhor opção para informações sobre a escola.
Divirta-se e divulgue junto comigo! Valeu!
Add comment Agosto 23, 2008
Utilidade pública. Ecoponto na Ver. José Diniz
A prefeitura de São Paulo em seu site informa sobre um excelente serviço. Temos um ponto próximo a região do brooklin. Vamos divulgar!
http://www2.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/servicoseobras/projetos/ecoponto/0001
ECOPONTO - Estação de Entrega Voluntária de Inservíveis
Para combater este tipo de crime, a Prefeitura de São Paulo, através da Secretaria Municipal de Serviços (SES), está aumentando a oferta de áreas para deposição regular dos resíduos da construção e demolição de pequenos e grandes geradores, além de facilitar e incentivar a reciclagem desses materiais.
Existem na cidade 30 EcoPontos, que são locais de entrega voluntária de pequenos volumes de entulho (até 1 m³), grandes objetos (móveis, poda de árvores etc.) e resíduos recicláveis. Nos EcoPontos, o munícipe poderá dispor o material gratuitamente em caçambas distintas para cada tipo de resíduo. A intenção da Prefeitura de São Paulo é aumentar o número de unidades.
Ecoponto Ver. José Diniz
Av. Prof Vicente Rao - sentido Diadema
(baixos do Viaduto Vereador José Diniz)
Tel.: 5093-9780
1 comment Agosto 11, 2008
made in china
Excelente charge do site UOl que retrata a curiosidade de alguns manifestantes.
Muito bom!
http://blogdosenviados.blog.uol.com.br/arch2008-07-01_2008-07-31.html#2008_07-30_12_19_49-10305746-0
Add comment Julho 30, 2008
A lei seca, é seca mesmo?
Hoje pela manhã me chamou a atenção um comentário da procuradora de justiça e atual subprefeita da Lapa em São Paulo Luiza nagib Ebluf sobre o fato da lei número 11.705/08 apelidada de “Lei seca” não verdade não é seca! A lei apenas pune aquele que dirige alcoolizado, justo não é? A lei não proíbe a ingestão de álcool, como o apelido dá a entender.
A subprefeita também atenta para o fato da enorme pressão em favor do álcool e nossa sociedade e atenta que se a lei deu certo é por que precisávamos dela e sua pouca tolerância funciona como papel educativo.
Artigo muito sensato. Parabéns Luiza Nagib!
Comentário do artigo Lei Seca, uma boa idéia de Luiza Nagib, 53 na Folha de São Paulo de 28 de julho de 2008.
Add comment Julho 28, 2008
Pão afro-descendente
Pão afro-descendente
Em um sábado à tarde fui até uma conhecida lanchonete da cidade com meus alunos experimentar um saboroso sanduíche com hambúrguer vegetariano. Foi o tempo que nós, vegetarianos, não tínhamos o que comer em lanchonetes e éramos reféns de lugares segregados para “comedores de saladas”. Atualmente é incrível a quantidade de opções para aqueles que não comem carne. Hoje somos milhões, somos um mercado que gasta e consome!
Após o pedido, nosso garçom ficou incrédulo com a quantidade dos pedidos daquela opção sem carne do cardápio. Acredito que acabamos com o estoque do sem carne. Mas antes de ir para a cozinha, o garçom se vira para nós e lança o aviso sórdido, como a que nos punir por aquele ato selvagem em uma lancheteria: “O sanduíche de vocês vem com pão preto”.
Sem hesitar alguns da mesa prontamente concordaram, talvez resignados, já outros até pareceram felizes com a notícia. Tive eu aqui, o que quebrar o coro “Não moço, o meu pode ser branco mesmo”. Não tenho problemas com pão preto, mas naquele momento achei que algo estava errado. Percebi uma pontinha de preconceito e de generalização natureba para o nosso lado.
Será o pão branco algum tipo de carne maléfica disfarçada? Por que nenhum outro sanduíche do cardápio, mesmo outros que não tinham carne, não já vinha de fábrica com a punição para os hereges vegetarianos? Seria uma forma de identificar os comedores de grama a distância?
Meu sanduíche destoava dos demais em nossa mesa. O único branco no meio daqueles pães escuros. Fiquei levemente constrangido. Será que o garçom achou que eu tinha algum preconceito de cor? Talvez da próxima ele avise que o sanduíche vegetariano vem com pão afro-descendente.
O mesmo fenômeno ocorre sempre em restaurantes vegetarianos. O macarrão tem que ser integral, as sobremesas não vem com açúcar, chocolate nem em sonho e é claro que café é substituído por chazinho digestivo de carqueja ou boldo
Não tenho dúvida da importância dos alimentos integrais, eles são extremamente mais saudáveis. Sei também que o açúcar branco não é das melhores opções para se ingerida todos os dias e que o café em demasia acelera os batimentos cardíacos e atrapalha o sono. Só não entendo a necessidade de colocar tudo no mesmo balaio. Pacote natureba completo sem possibilidade de escolha. Ou trash food ou no taste food! Affh!
André Mafra julho 2008-07
Editor do http://www.casadoyoga.com.br
Diretor da Uni-Yôga - Unidade Brooklin
1 comment Julho 14, 2008
Operação Sânscrito
Operação Sânscrito
Nessa semana ao abrir o jornal, deparei-me com a invasão de mais uma palavra sânscrita na língua portuguesa. A moda já foi tratada em artigo publicado anteriormente.
O jornal O Estado de São Paulo publicou o resultado de uma operação que começou em 2004 e culminou com a prisão do banqueiro Daniel Dantas, do investidor Naj Nahas, do ex-prefeito de São Paulo, Celso Pitta, este último algemado em sua casa no jardim paulista em São Paulo, e outros 14 acusados não tão ilustres quanto os anteriores. O total de movimentação financeira ilegal gira em torno de US$1,19 bi. Foram emitidos 24 mandados de prisão, 56 mandados de busca e apreensão e mais de 300 policiais federais envolvidos.
O nome da operação é Satiagraha. Sempre achei os nomes dessas operações bem engraçados, eles me lembram filmes de Hollywood e os tempos dos espiões da Guerra Fria.
O nome “satiagraha” para a Polícia Federal significa “resistência pacífica e silenciosa”. Contém uma imprecisão histórica que o jornal O Estado de São Paulo sabidamente atentou em sua edição de 9 de julho de 2008. O jornal indica que a tradução mais precisa para o termo, usado por Gandhi, é “firmeza na verdade”. “Satia” quer dizer verdade e “graha” firmeza de propósito.
A correção foi muito bem observada pelo jornalista Gabriel Manzano Filho, a pena é a troca da letra “y” por “i”, letras que, no sânscrito, possuem pronúncias diferentes. A consoante “y” é mais fluida enquanto a vogal “i” tem pronúncia mais estanque. Já que é para pegar no pé eu também pego!
1 comment Julho 9, 2008
A polêmica do acento na palavra Yôga
Como dá para notar, o assunto não é dos mais relevantes. Tanta coisa importante para ser discutida no mundo e Yôgins de todas as linhas digladiando-se por conta de um detalhe. Mas você verá um pequeno detalhe pode fazer toda a diferença…

Os primeiro textos sânscritos que chegaram ao ocidente foram trazidos pelos ingleses, os colonizadores da Índia. Por cerca de 200 anos, ocorreu um processo de choque de culturas e também de assimilação por ambos os lados. Com isso tivemos escrituras, manuais, textos mitológicos e outros foram transliterados para uma língua que não possuía acentuação.
Transliteração é o processo de representar os caracteres de um vocábulo por caracteres diferentes no correspondente vocábulo de outra língua. Concluímos assim que uma boa transliteração é aquela que consegue transpor com a maior fidelidade possível nuanças fonéticas da língua estudada, permitindo ao leigo entender e reproduzir com exatidão o som original, afinal sem isso, o único jeito seria aprender o alfabeto da língua de partida.
O sânscrito, língua morta da Índia antiga, é escrito em dêvanágari, que significa a escrita dos deuses. De origem indo-européia, o sânscrito é uma língua muito elaborada, gramaticalmente perfeita*, possui muitos detalhes fonéticos, grande diversidade de sons característicos de idiomas antigos e um vocabulário muito vasto que aumentou ao longo de muitos anos de utilização.
Seus detalhes fonéticos, às vezes, diferem muito das línguas ocidentais. Portanto é natural que o leigo tenha um pouco mais de dificuldade para vocalizar alguns mantras ou para pronunciar alguns termos. Os falantes do português, em geral, possuem facilidade para a maioria das sílabas sânscritas, encontrando problemas, às vezes, com as letras aspiradas por conta do fenômeno do visarga (h) em namah, kapalabhati, granthi, e alguns outros casos. Os falantes do espanhol, por sua vez, se atrapalham com a pronúncia do “ya”, “yô” e pronunciam “já”, “jô”, e assim por diante. Os falantes do inglês se equivocam com os erres, que devem ser pronunciados como o erre italiano, atrapalhando-se, por exemplo, com a pronúncia das palavras Rama, mudrá, e em outras, como jay (jaya) que é por eles pronunciada como “jei”.
Temos então, um problema. Qual a forma ideal para termos preservada as características fonéticas de uma língua tão rica ao realizar a transliteração? A resposta é: usando uma rica transliteração.
O problema é aceitarmos a utilização de uma transliteração que não transpõe de maneira correta a diferença entre fonemas curtos e longos, pode ser representado por um acento agudo, circunflexo, um macro, um til, uma nota de rodapé ou uma introdução explicativa. Os acentos são ferramentas gráficas que possuímos para enfatizarmos detalhes e filigranas fonéticas da língua, marcam também o requinte e o charme de um idioma. Resumindo: são indispensáveis para esta convenção!
DEMONSTRAÇÃO
As consoantes sânscritas possuem uma vogal “a” sempre presente. Temos assim o fonema “Ya” curto.
Com um traço vertical após o fonema, temos o prolongamento desse “a”, pois o traço vertical indica a presença de mais uma letra “a” temos assim “Yaa” longo.
Ou seja, todas as vezes que queremos inserir mais uma vogal “a” colocamos um traço vertical depois (a-ki-matra). Escrever com dois “as” não está errado, afinal são duas letras mesmo, mas pode induzir o leigo a pronunciar “Ya-a”, que seria a forma errada. Por isso, utilizamos um acento agudo que indicaria uma fusão de letras iguais. O mesmo ocorre com as vogais i e í, u, e ú.
logo,
Uma coisa é certa: o fonema ficou longo já que possui mais uma vogal e como isso a pronúncia muda. O acento agudo (´) então, é a nossa forma ou convenção para indicar um fonema longo. Poderia ser qualquer outro acento desde que indicasse uma alteração no fonema original.
É comum encontramos o termo ásana grafado assim: aasana. Percebeu o problema?
Resumindo: O traço vertical alonga o fonema, alonga a pronúncia. Essas mudanças precisam ser identificadas pelo pobre leigo que está lendo sânscrito no alfabeto latino! O acento indica que a letra é longa e muda a pronúncia!
O acento da letra “o”
Vimos que para inserimos um “a” usamos um traço vertical simples. Agora vamos aprender a inserir a vogal “o”.
A vogal “o” no sânscrito é sempre longa. Ela é composta de duas letras (a+u) e por isso é um ditongo. Concluímos assim que não existe a vogal “o” curta. Ela é sempre longa (Oo) já que possui, também, duas letras.
O símbolo no dêvanágari para inserir um “o” em uma consoante é um traço vertical seguido de um traço acima do mesmo anterior. Sempre que houver um símbolo (ô-ki-matra) depois de qualquer letra, ela ganha uma vogal “o” de presente.
(símbolo que acrescenta a letra “o” em qualquer fonema);
Assim: “ya” vira “yô”, “ba” vira “bô”, “la” vira “lô” e assim por diante.
O acento circunflexo não é usado para fechar a pronúncia
Quando comecei a praticar Yôga ainda existia muita dúvida se a pronúncia era Yôga ou ióga. Atualmente quase todos os professores no Brasil, de diversas linhas, confirmam a pronúncia que DeRose já defendia há décadas: Yôga, com “o” fechado e gênero masculino. Como as letras “o” e “e” têm pronúncia sempre fechada no sânscrito, muita gente pensa que o acento serve para marcar essa característica, o que você já deve ter notado, é um erro.
Quando usamos a transliteração inglesa simplificada “Yoga” perdemos um detalhe importantíssimo que é a pronúncia correta da letra “o” longa. Parece um detalhe, mas faz toda a diferença. A nossa grafia precisa, então, de algo que identifique essa sílaba longa.
E se usarmos o acento agudo?
A princípio está certo, afinal está sendo sinalizado que a letra é longa. Mas o problema, é que a pronúncia fica errada para quem fala português. O leigo lerá Yóga com ó aberto. Um erro primário.
Completamos a palavra com o fonema “ga” e fechamos Yôga.
e finalmente temos:
Simples, não é? Vamos nos esforçar para grafar e principalmente pronunciar de forma correta as palavras sânscritas. Recomendo o Cd de Sânscrito – Treinamento de Pronúncia gravado na própria Índia! Uma boa pronúncia significa uma boa prática. Agora chega de teoria, levante-se e vá fazer uma aula!
[1] * CARDOSO, Carlos “Curso de introdução ao sânscrito”, Saquarema, 2008.
Add comment Julho 4, 2008
Oi Mundo! Cheguei! Alguém me acuda!
Entrei finalmente no mundo dos blogs! Já sabia da febre que eram os sites para textos e aspirantes a escritores, mas confesso que demorei a aderir. Um pouco de preguiça, muitas tarefas e pouco de medo do desconhecido.
Como todas as tendências da internet, sinto como 99% dos internautas que talvez esteja atrasado. Afinal provavelmente daqui a poucos meses a febre seja outra e lá vai o “mafrayoga”, meu nome de guerra na web, correr atrás do prejuízo.
Antes de dar aulas de Yôga trabalhava na área de informática, hoje chamada charmosamente de “TI”. Atualmente qualquer pé de chinelo que venda computadores, acessórios ou desenvolva programas, sites ou que tratem imagens se intitulam da área de TI. Sem comentários. Enfim. Fuçando nas novas tendências, um dia senti o peso da defasagem. Considerava-me um conhecedor e bom usuário dessas novas tecnologias, até que percebi que minha hora tinha chegado. Estava defasado. Sim! Mafrayoga, o próprio! Estava inapto à tecnologia.
Instalei o famigerado Second Life. Depois de horas de instalação a surpresa: um novo mundo desconhecido e totalmente inóspito. Minha aventura não demorou nem 10 minutos, após trombar com algumas pessoas, isso dentro da minha segunda vida, voar descontroladamente com uma anta desisti. Entreguei os pontos e desencarnei daquele minha missão!
Dias depois entrei no twitter (http://twitter.com/home), um site que serve para você escrever o que você está fazendo naquele momento. Uma verdadeira piada on-line. Entre lá e veja se você descobre qual a utilidade daquela coisa.
Fora isso tenho caminhado pelo facebook. Um site de relacionamento tão chato quanto o orkut, esse último palco de tantas batalhas entre Yôgins que pregam a união e bem-aventurança.
Semana passada minha amiga “blogueira master”, Alice Salles (http://www.alicesalles.blogspot.com), que escreve em blogs desde 1982, antes mesmo deles serem criados, criou uma comunidade da minha escola no myspace (http://www.myspace.com). Meu deus! Que medo de tanta coisa.
Algumas vezes também entro para responder algumas perguntinhas no Yahoo respostas, um dos sites mais inúteis que já conheci. Espia lá a classe das perguntas. Rsrsrs (http://br.answers.yahoo.com/). Falando em Rsrsrssrs preciso aprender como funciona esse negócio de Rss.
Aproveito os momento de descanso para navegar nas novas comunidade do Via6 (http://www.via6.com/), outro site de relacionamento que é um sucesso. Você não conhece? Ah! fala sério.
Nos fins de semana navegava em um fórum chamado (Lkm the fórum) que infelizmente morreu por falta de contribuição dos navegantes.
De 15 em 15 dias preparo artigos para o site da minha escola (http://www.casadoyoga.com.br) e mando para o meu mestre, na verdade “web mestre” Douglas Agostineli e sua agencia criativa Sgt papers. (www.sgtpapers.com.br)
É isso minha gente!
Acho que vou dormir! Amanhã tenho que mandar um texto para o blog Livre Pensar do Yôga ( http://www.livrepensardoyoga.com ) que meu colega blogueiro Daniel DeNardi (http://www.assimfaloudenardi.com) gentilmente criou, sem antes verificar a caixa de entrada dos meus 6 e-mails.
Affh!
1 comment Junho 23, 2008




